Total de 215 notícias em 43 página(s)
| 1/27/2012 9:48:05 AM |
Do mico leão à sacola plástica
O ativismo depende de bandeiras que traduzam a mensagem para a opinião pública, por meio de uma linguagem de imagens e sinais direta, empática, cativante. A baleia, o panda, o mico-leão dourado emprestaram suas cara nas lutas ambientalistas.
Com a entrada de outros fatores na discussão da equação ambiental, como o econômico, virou símbolo, a sacolinha plástica do supermercado.
E como os sistemas sempre buscam se apropriar daquilo que os ameaça, começaram a surgir expressões como 'consumo consciente', 'consumo sustentável' e outros. Assim, se já consumimos um planeta e meio, ultrapassando o que a Terra é capaz de repor, a previsão é que precisemos de dois planetas em menos de 20 anos.
A 'heresia' econômica é que teremos de parar de crescer. O consumo global precisará, no mínimo, se estabilizar.
É preciso que os países ricos abram espaço ecológico para que nesse caminho rumo à economia estacionária não se configure um cavalo de pau a provocar estragos sociais nos países pobres e emergentes, já com problemas sociais de sobra.
Ainda que a esses países seja necessário um crescimento que garanta condições sociais dignas à população, os mercados são interligados, e mais cedo ou mais tarde, os efeitos de uma economia estacionária nos ricos rebaterão no restante do mundo.
A questão é saber até que ponto a população estará preparada para mudar seus valores, trocando, por exemplo, menos consumo e jornada de trabalho menor, isso depois de décadas em que a ideia do crescimento econômico e do quanto-mais-consumo-melhor, sendo martelado em nossas cabeças. Assim, o imperativo ecológico deu as cartas. Outras saídas para a crise precisam ser encontradas que não o crescimento. O consumo pelo consumo precisará dar a lugar a outros valores.
O sonho ávido dos consumidores emergentes aspirantes a um padrão lançado pelo Primeiro Mundo provavelmente será abortado.
Mas ainda estamos no estágio pré-inicial dessa história toda, proibindo sacolinhas de plástico no supermercado.
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sergio nigro
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| 1/25/2012 1:51:38 PM |
Terceira idade gera novos nichos e vira filão da economia
O Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelou que o País tem pouco mais de 20 milhões de idosos, faixa que engloba pessoas com 60 anos ou mais.
Em 1990, esse número beirava a marca dos 10 milhões. Em 2050, segundo estimativas do instituto, haverá no Brasil 64 milhões de pessoas no segmento da terceira idade e que significado isso pode ter para um empreendedor?
Na verdade, quem apostar em produtos e serviços para esse grupo etário não vai se arrepender. Embora não tenha números sobre empresas especializadas na terceira idade, o segmento tem tendência de crescimento acentuado.
Agora é o momento de o empreendedor experimentar o que dá certo para esse público e ainda pode errar, porem daqui a poucos anos, não mais. Os dados do Censo 2010 apontam para uma expectativa de vida de 73,5 anos, com estimativa de alcançar 81 anos em 2050.
As razões para o envelhecimento da população passam por várias esferas: vão desde o acesso a condições sanitárias melhores até a descoberta de novos medicamentos e tratamentos para doenças crônicas. Uma empresa que deseja desenvolver produtos para a terceira idade tem de, primeiro, descobrir quais sãos as necessidades desse público.
Na minha visão, o setor de prestação de serviços é o que mais tem a ganhar com o envelhecimento da população.
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sergio nigro
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| 1/24/2012 2:17:07 PM |
Mundo precisa gerar mais de 600 milhões de empregos em dez anos
O mundo precisará criar 600 milhões de empregos na próxima década para recuperar níveis pré-crise.
O alerta foi feito pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), em relatório intitulado Tendências Mundiais de Emprego 2012.
O documento alerta para o fato de que não haverá alterações significativas nas taxas de desemprego em todo o mundo, nos próximos quatro anos. A estimativa é que, neste ano, o número de desempregados atinja 200 milhões e, até 2016, esse número poderá alcançar os 206 milhões.
Caso o cenário econômico tenha uma piora até o fim deste ano, o número de desempregados em todo o mundo poderá atingir mais de 204 milhões e, em 2013, mantendo-se o mesmo cenário, esse número poderá chegar a 209 milhões.
Em 2011, de acordo com o documento, o número de jovens desempregados entre 15 e 24 anos chegou aos aproximados 75 milhões, isso significa um aumento de mais de 4 milhões desde 2007.
O relatório diz ainda que mais de 6 milhões de jovens perderam a esperança de encontrar um emprego e deixaram o mercado de trabalho.
Aqueles que estão empregados, na maioria, trabalham em postos de meio período ou estão submetidos a contratos temporários.
Conforme relatório, a taxa de pessoas empregadas em 2007 no mundo todo era 61,2% e, em 2010, caiu para 60,2%, o maior declínio desde 1991.
As projeções para os próximos anos não são boas e é possível que em 2013 seja registrada uma taxa ainda menor do que a de 2010.
A organização aponta ainda que, mesmo no melhor cenário, as taxas de criação de empregos não serão suficientes para trazer um aumento significativo dos níveis de emprego, e ainda de acordo com o relatório, as perspectivas econômicas mundiais são incertas e os níveis de investimento em todo o mundo têm sido desiguais.
Nas economias avançadas e na Europa Oriental, os problemas financeiros não foram resolvidos e há altos níveis de incerteza sobre as perspectivas globais.
Além disso, há uma menor propensão das famílias ao consumo, o que tem retardado a recuperação dos investimentos empresariais.
A lenta recuperação desses investimentos tem trazido efeitos negativos para as taxas de emprego, como o aumento do desemprego.
Por outro lado, as economias emergentes – como o Brasil – têm voltado aos níveis pré-crise de investimento e deverão aumentar essas taxas no médio prazo. No entanto, a desaceleração dos investimentos nas economias mais fortes pode ser prejudicial para as economias em desenvolvimento
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sergio nigro
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| 1/20/2012 2:29:48 PM |
Projeto reduz capital mínimo para empresa individual de responsabilidade limitada
A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 2468/11, que reduz, de 100 para 50 vezes o salário mínimo, o limite mínimo do capital social integralizado para constituição de empresa individual de responsabilidade limitada. A proposta ainda estabelece que essas empresas sejam beneficiadas com o tratamento tributário simplificado do programa Simples Nacional (Supersimples).
A modalidade de empresa individual de responsabilidade limitada foi aprovada em dezembro de 2010 pela Câmara e publicada pelo governo em julho do ano passado, com o intuito de reduzir a informalidade. Segundo a lei, a empresa individual de responsabilidade limitada é constituída por uma única pessoa titular da totalidade do capital social - ou seja, não há sócio -, e segue regras previstas para as sociedades limitadas. O patrimônio pessoal do dono do negócio é protegido, pois fica separado do patrimônio da empresa.
Pela regra atual, é R$ 62.200,00 o capital mínimo, que cairia pela metade, visto que 100 salários mínimos superam o valor dos ativos empregados para a organização da maioria das pequenas empresas. Não é de se esperar, por exemplo, que o proprietário de um carrinho de cachorro quente empregue mais de R$ 50 mil como capital social. A título de comparação, com R$ 3 mil é possível constituir uma sociedade limitada, pois não há valor mínimo exigido.
As pequenas empresas também preferem adotar a forma de sociedades limitadas para poderem ser enquadradas no Supersimples, e que isso continuará ocorrendo enquanto as empresas individuais de responsabilidade limitada não forem beneficiadas por esse sistema tributário simplificado.
Apesar de a lei de criação das empresas individual de responsabilidade limitada representar 'um novo alento ao empreendedorismo nacional', ela precisa ser aprimorada. .
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sergio nigro
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| 1/19/2012 11:12:42 AM |
Feriados causam perdas no comércio
Os feriados prolongados trazem prejuízos ao comércio nacional. Ganham os comerciantes de shopping centers e perdem os comerciantes de lojas de rua. As perdas de faturamento do comércio brasileiro em 2012 atingirão cerca de R$ 50 bilhões e se a gente fala que um terço, pelo menos, desse valor, os comerciantes vão ter que pegar emprestado, os bancos, graças aos feriados, vão emprestar o equivalente a R$ 15 bilhões. O setor financeiro ganha com essa história e os governos perdem em termos de arrecadação tributária. Em função dos feriados, os governos federal, estaduais e municipais deixam de arrecadar em torno de R$ 18 bilhões, só no comércio. Já os shoppings centers não têm perdas, pelo contrário, ganham porque as pessoas vão para os shoppings centers normalmente nos feriados. Tanto que o domingo hoje já é o segundo melhor dia de vendas para os shoppings. O primeiro é o sábado. O ano de 2012 tem dez feriados nacionais que caem em dias de semana. A esses se somam mais os feriados estaduais e municipais, resultando num bocado de dias parados, sem se considerar as pontes. Já os feriados que caem em sábados têm que ser considerados, porque é um grande dia de venda para o comércio. Os meses que serão mais prejudicados este ano, em razão dos feriados, são fevereiro, abril e novembro. Em fevereiro, além de o mês já ter menos dias, o carnaval envolve 2,5 dias parados, que são a segunda-feira (20), a terça-feira (21) e metade da quarta-feira de cinzas (22). Em abril, há dois feriados (Sexta-Feira da Paixão e Tiradentes) e um dia “enforcado”. Já novembro apresenta dois feriados (2 e 15) e três prolongamentos. No âmbito nacional, os feriados com enforcamento trazem ganhos para as cidades balneárias de pequeno e grande porte de todo o país, como Fortaleza, Florianópolis e Rio de Janeiro, porque beneficiam o setor hoteleiro e de restaurantes. Nos feriados municipais, só ganham os shopping centers.
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sergio nigro
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| 1/17/2012 2:11:34 PM |
Governo vai adotar novas medidas de incentivo à indústria textil.
O ministro interino do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Alessandro Teixeira, disse que o governo vai adotar novos incentivos a indústria nacional. Segundo ele, o governo quer garantir que o setor no mínimo mantenha o desempenho alcançado no ano passado.
Ao participar da abertura da Feira Internacional de Calçados, Artigos Esportivos e Artefatos de Couro (Couromoda), mencionou que essas medidas vão auxiliar a defesa da indústria, medidas que vão fortalecer a produção local e também em relação ao crédito, que é muito importante para a indústria, especialmente em um ano em que a liquidez internacional está cada vez mais reduzida.
O evento, que ocorre na capital paulista, é anunciado como o maior da América Latina no ramo. Estão reunidas no Pavilhão do Anhembi cerca de mil empresas de 13 estados brasileiros.
O presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados, cobrou mais rigor no combate ao dumping praticado principalmente por empresas chinesas. Ressaltou que o setor calçadista tem uma extensa cadeia produtiva que vai desde a produção das matérias-primas a montagem do produto final, e essas coisas não podem ser destruídas de uma hora para outra por uma concorrência desleal.
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sergio nigro
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| 1/13/2012 4:23:12 PM |
CAPITAL DE GIRO
Um pouco de humor empresarial não faz mal para ninguém
Entenda o que é CAPITAL de GIRO
Um viajante chega numa cidade e entra num pequeno hotel. Na recepção, entrega duas notas de R$100,00 e pede para ver um quarto.
Enquanto o viajante inspeciona os quartos, o gerente do hotel sai correndo com as duas notas de R$100,00 e vai até o açougue pagar suas dívidas com o açougueiro. Este pega as duas notas e vai até um criador de suínos a quem, coincidentemente, também deve R$200,00 e quita a dívida.
O criador, por sua vez, pega também as duas notas e corre ao veterinário para liquidar uma dívida de… R$200,00. O veterinário, com a duas notas em mãos, vai quitar a dívida com a massagista da casa de massagem que coincidentemente era de R$200,00.
A massagista sai com o dinheiro em direção ao hotel, lugar onde, às vezes, ela hospeda seus clientes e que ultimamente não haviam pago pelas acomodações. Valor total da dívida: R$200,00. Ela avisa ao gerente que está pagando a conta deles e coloca as notas em cima do balcão.
Nesse momento, o viajante retorna dos quartos, diz não ser o que esperava, pega as duas notas de volta, agradece e sai do hotel.
Ninguém ganhou ou gastou nenhum centavo, porém agora toda a cidade vive sem dívidas, com o crédito restaurado e começa a ver o futuro com confiança!
MORAL DA HISTÓRIA:
NÃO QUEIRA ENTENDER DE ECONOMIA EMPRESARIAL!
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sergio nigro
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| 1/5/2012 2:58:24 PM |
Quatro dicas para preparar sua empresa para 2012
O ano de 2012 promete ser intenso e começa sob a tensão de uma crise econômica internacional. Por isso, o empresário deve ter em mente algumas medidas.
1ª Seja realista
Este ano foi marcado por sobressaltos na economia. Afinal, nem o mais atento dos analistas poderia prever que após um crescimento incomum do País em 2010, chegaria a dezembro com estagnação.
A onda recente de otimismo com o chamado ‘potencial emergente’ do Brasil está dando lugar a uma posição de cautela e de observação apurada do comportamento de consumo do brasileiro. O poder de consumo da chamada nova classe média deve apresentar-se mais uma vez importante, embora, esse desempenho não deva repetir a intensidade de anos anteriores.
Há também os segmentos que devem reagir bem em 2012, como do agronegócio, de infraestrutura e do enorme leque em óleo e gás, com a chegada do pré-sal.
2ª O negócio é planejar
Cautela, é bom que se diga, não significa estagnação. Isso porque, com a profissionalização do mercado brasileiro, que ano após ano ganha relevância no cenário internacional, a concorrência se acirra em todos os setores.
É preciso fazer diferente, inovar, mudar o comportamento para ganhar.
A concorrência no Brasil se tornará mais dura em 2012. Sobram investimentos e o acesso aos novos negócios, ou ampliações, é muito mais fácil que no passado. O empresário precisa se planejar para alcançar resultados.
Sair do comportamento errático, das iniciativas pouco estruturadas e dar lugar à inteligência competitiva, à busca de um diferencial relevante, à originalidade inventiva são pontos a se desenvolver.
3ª Retome o ritmo desde o primeiro dia
Um erro do empreendedor brasileiro é demorar para retomar o comando e o ritmo de sua empresa após o período de relaxamento proporcionado pelas festas de final de ano.
O segredo para um ano de sucesso, dizem os especialistas, é redobrar a vigilância sobre a disciplina desde o início e se impor desafios, que vão da gestão do negócio até a busca de novas ferramentas de comunicação e divulgação.
Busque uma maior participação no calendário anual de negócios, participando de feiras de negócios, se relacionando com seu fornecedor e cliente de maneira mais efetiva, direta e próxima.
Acompanhe as principais questões econômicas que pode vir a alterar o seu negócio, observando o concorrente e seu público alvo.
Ficar próximo aos clientes, investir na capacitação do capital humano, adotar a flexibilidade e a inovação como bandeiras de gerenciamento, é mandatório.
O começo do ano é propício a faxinas profundas. É a hora de eliminar as ineficiências, corrigir o percurso, alinhar as metas e estar preparado para os próximos meses.
4ª Invista em seu time
Um dos aspectos vulneráveis de nossas empresas e que deve entrar em pauta desde o início do ano, é a capacidade de desenvolvimento e gestão da força de trabalho.
O foco no curtíssimo prazo faz com que nossos empresários dêem pouca relevância ao ato de atrair, reter, desenvolver e engajar pessoas na dinâmica de trabalho.
As empresas costumam contratar pelo currículo, mas a demitirem pelo comportamento. Os empresários precisam enxergar que investir no desenvolvimento e na capacitação de seu pessoal é positivo em médio e longo prazo.
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sergio nigro
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| 1/2/2012 2:27:47 PM |
Prefeitura assina convênio para construção do Centro Empresarial
Neste inicio de 2012, gostaria de agradecer e desejar sucesso a todos os empresários de nossa região. Agora, a matéria abaixo é bastante interessante para todos nós.
A Prefeitura de São José dos Campos e o Governo do Estado de São Paulo assinaram sexta-feira passada, dia 30, o convênio para a construção do Centro Empresarial II no Parque Tecnológico, localizado no distrito de Eugênio de Melo, região leste da cidade.
O investimento para a implantação do Centro Empresarial II é de R$ 17 milhões: R$ 3 milhões do município, R$ 6 milhões do Estado e R$ 8 milhões do Min. Ciência e Tecnologia.
Além desse acordo, houve a entrega de 349 casas da Companhia de Desenvolvimento Habitação e Urbano (CDHU) para os novos moradores do conjunto Interlagos, a inauguração do Centro Empresarial I e o descerramento da placa inaugural da Fac Tecnologia (Fatec).
Os eventos ocorreram com a presença do gov. Geraldo Alckmin e o pref. Eduardo Cury.
O Centro Empresarial I está instalado no Pq. Tecnológico em uma área de 5 mil metros quadrados e conta com 27 empresas associadas. Depois de concluído, o Centro Empresarial 2 ocupará uma área aproximada de 10 mil metros quadrados e terá a capacidade para abrigar 50 micros, pequenas e médias empresas com possível geração de até 500 novos empregos.
O Centro de Desenvolvimento de Tecnologias de Informação e Comunicação será criado para encontrar soluções inovadoras. Para tanto, será selecionada uma empresa âncora para atrair outros parceiros para o centro, previsto para ser implantado em 2012.
Atualmente, o Parque Tecnológico conta com quatro centros de desenvolvimento nas áreas de aeronáutica, energia, saúde e recursos hídricos e saneamento ambiental.
Eles são liderados, respectivamente, por Embraer, Vale Soluções em Energia, SPDM (Sociedade Paulista para o Desenvolvimento da Medicina) e Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo). Por meio dessas âncoras, o centro atua como um catalisador entre instituições de ensino e pesquisa, empresas, governos e entidades de investimento para criar tecnologia inovadora, além de incentivar a criação de novas empresas de base tecnológica na região.
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sergio nigro
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| 12/31/2011 3:58:25 PM |
Missões empresariais brasileiras aumentaram exportações em US$ 363 milhões este ano
As missões empresariais brasileiras incrementaram em US$ 363 milhões a pauta de exportações do país em 2011. Durante o ano, as comitivas de negócios buscaram estreitar relações comerciais na República Dominicana, na China, no México, na América do Sul (Peru, Colômbia, Chile e Venezuela) e no Sul da África (Angola, Moçambique e África do Sul). Mais de 230 empresas nacionais participaram das rodadas de negócios.
A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) ressalta que a inserção em novos mercados e a consolidação de intercâmbios existentes, garantem ao Brasil a posição de “mercado estratégico” no cenário econômico mundial, porque as missões comerciais brasileiras têm sido extremamente positivas.
A cada comitiva, o país consolida a dinâmica bilateral do comércio existente ou inicia intercâmbio comercial. Hoje o Brasil se posiciona como mercado atrativo. No passado tínhamos muitas necessidades e hoje temos solução. O momento econômico de incertezas em relação à crise faz com que o governo federal se interesse cada vez mais pela prospecção de mercados não tradicionais para ampliar os destinos das exportações brasileiras. A pauta diversificada diminui a dependência das vendas para o exterior em mercados tidos como tradicionais.
O Brasil tem sempre que monitorar novos mercados pois não somos os únicos a estar interessados em novos negócios sendo que tudo está cada vez mais competitivo.
A Arábia Saudita e os Emirados Árabes são os próximos destinos brasileiros para intensificar a relação comercial. A missão empresarial ocorrerá em fevereiro de 2012 e a linha de consolidação de mercados deve ser continuada em 2012, colhendo os frutos deste ano para fortalecer a marca do país e expandir ainda mais os negócios o ano que vem. As missões empresariais brasileiras são organizadas pelos ministérios do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e das Relações Exteriores e pela Apex-Brasil.
Um feliz 2012 com muito sucesso
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sergio nigro
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